A revista HUNGER, que define a cultura e foi fundada por Rankin, une-se à Schwarzkopf Professional para uma série minimalista com artistas emergentes.
Donnie Sunshine e Lleo. As suas silhuetas tornam-se a tela para o design de cabelo experimental, com o Embaixador Global Nick Irwin a liderar uma nova onda de stylists.
O logo icónico da Schwarzkopf ganha uma nova vida, tornando-se uma celebração ousada da interseção entre o cabelo e a cultura.
O Donnie Sunshine descreve-se como um "criativo multidisciplinar", e quando está na mesa de DJ, percebe-se o porquê.
Os seus sets são caracterizados por seleções multi-género e por recuperar pérolas esquecidas, por isso não é surpresa saber que já fez uma digressão com artistas como Skepta e Flo.
Os Hawxx preocupam-se tanto com o sentimento por trás da sua música como com as próprias melodias punk discordantes.
A resposta da Geração Z às The Runaways sobe ao palco com bigodes desenhados e manifesta a sua raiva contra a política do corpo e a queerfobia.
Os Charlescantbreathe são difíceis de limitar a um único som. A banda em ascenção é bastante eclética - e orgulham-se disso -, descrevendo-se como 'indie rock com um toque de grunge e boas vibes."
O LLeo domina o mundo eclético do "pop bipolar". Ao fundir de forma fluída indie e hyperpop, a artista de cabelo azul criou um som naturalmente dançável.
O duo por trás dos Palindrones descreve o seu som como "synthpop industrial". Ao combinar influências da cena ambiente com batidas intensas, são o híbrido perfeito entre um concerto punk e uma noite quente num clube de techno."